A etapa em Petrópolis da Copa Internacional de Mountain Bike (CIMTB) – prevista para acontecer entre 24 e 26 de setembro no Vale do Cuiabá – irá seguir os protocolos de saúde e pode ser realizada sem público.[object HTMLDocument]Em reunião realizada nesta terça-feira (4), os secretários de governo Fábio Júnior da Silva (Chefe de Gabinete) e Leandro Kronemberger (Esporte, Promoção da Saúde, Juventude, Idoso e Lazer) ouviram do organizador do evento, Rogério Bernardes, as normas para que a prova aconteça de forma segura, com a testagem de atletas e equipes de apoio. O município também vai receber a Copa do Mundo de MTB em abril de 2022.

“Além de fortalecer o esporte, esse evento vai aquecer a economia do município e fomentar o setor turístico, desde a rede hoteleira a gastronomia. Além disso, está sendo priorizada a mão de obra local, incluindo fornecedores de serviço, como som e iluminação. Petrópolis tem toda a estrutura necessária para eventos do tipo. Os organizadores também estão garantindo o envolvimento da comunidade do entorno, promovendo geração de renda extra com aluguel de espaços para implantação de estacionamentos, entre outros”, explicou Fábio.

“Estamos confiantes de que a situação da pandemia estará ainda mais controlada e vacinação adiantada em setembro, para quando está marcado o campeonato internacional e, no ano que vem, estaremos prontos para a Copa do Mundo de Montain Bike. É um evento esportivo que proporciona diversos avanços para o município”, disse Kronemberger.

O mercado brasileiro de ciclismo vem crescendo de forma estável já há alguns anos. Segundo a Abraciclo, o crescimento da produção no Brasil em 2020 foi de 12,8%, com um total de 750 mil bicicletas fabricadas. Um dos motivos desse aumento é a bike entrando no dia a dia do brasileiro durante a pandemia, como explica Rogério.

“Será uma etapa que seguirá a risca com todos os protocolos de segurança. Vamos limitar o número de pessoas na prova e se for necessário, será realizada sem público. Além disso, em 2022, vamos fazer o melhor trabalho possível para que a Copa do Mundo não saia nunca mais do Brasil”, contou Rogério.